DA AMAMENTAÇÃO A ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR

E já temos o primeiro texto da nossa nutricionista, que irei seguir à risca!

DA AMAMENTAÇÃO A ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR

Este é um assunto que muitas mamães ficam inseguras, então irei abordar abaixo itens importantes de serem esclarecidos e seguidos, afim de promover um desenvolvimento saudável e adequado da amamentação á alimentação completar do bebê e da criança.

Passo 1. Dar somente leite materno até os seis meses, sem oferecer água, chás ou quaisquer outros alimentos.

Passo 2. A partir dos seis meses, introduzir de forma lenta e gradual outros alimentos, mantendo o leite materno até os dois anos de idade ou mais.

Passo 3. Após os seis meses, dar alimentos complementares (cereais, tubérculos, carnes, leguminosas, frutas, legumes), três vezes ao dia, se a criança receber leite materno, e cinco vezes ao dia, se estiver desmamada.

Passo 4. A alimentação complementar deverá ser oferecida sem rigidez de horários, respeitando-se sempre a vontade da criança.

Passo 5. A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida com colher; começar com consistência pastosa (papas/purês) e, gradativamente, aumentar a consistência até chegar à alimentação da família.

Passo 6. Oferecer à criança diferentes alimentos ao dia. Uma alimentação variada é, também, uma alimentação colorida.

Passo 7. Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições.

Passo 8. Evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas nos primeiros anos de vida. Usar sal com moderação.

Passo 9. Cuidar da higiene no preparo e manuseio dos alimentos; garantir o seu armazenamento e conservação adequados.

Passo 10. Estimular a criança doente e convalescente a se alimentar, oferecendo sua alimentação habitual e seus alimentos preferidos, respeitando a sua aceitação.

RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES

foto: arquivo da internet

· A introdução dos alimentos complementares deve seguir o seguinte esquema:
Até sexto mês, apenas leite materno;
Após, continuar com leite materno e introduzir papa de frutas;
6° ao 7° mês, primeira papa salgada, ovo e suco de fruta;
7° ao 8° mês, segunda papa salgada;
9° ao 11° mês, gradativamente passar para a comida da família, desde que adequada;
12° mês, comida da família.
Os alimentos, na mistura, devem conter: cereal ou tubérculo, alimento protéico de origem animal, leguminosas e hortaliças (misturas múltiplas).
Estimular o consumo de água potável, frutas e sucos. Os sucos naturais devem ser usados preferencialmente após as refeições principais, em quantidade máxima de 240ml/dia.
Diante da impossibilidade do aleitamento materno, deve-se utilizar fórmula infantil que satisfaça às necessidades deste grupo etário. Antes do sexto mês as fórmulas de partida e após esta idade, fórmulas de seguimento.
Estimular o consumo de leite (500ml/dia), assim como de seus derivados visando a boa oferta de cálcio, no segundo ano de vida.
Administrar vitamina K a todo recém-nascido ao nascimento, na dose de 0,5 1,0mg por via intramuscular.
Administrar 200 UI/dia de vitamina D a todos os lactentes que recebem leite materno ou menos que 500ml de fórmula infantil e que não tenham exposição ao sol.
Administrar vitamina A nas regiões de alta prevalência de hipovitaminose A, a cada 4 – 6 meses.
Administrar sulfato ferroso para todo lactente, nascido a termo, que não estiver em aleitamento materno exclusivo ou em uso de fórmula infantil fortificada, na dose de 1mg/kg/dia até os dois anos de idade. Para os nascidos prematuramente (com peso maior que 1500g) ou de baixo peso, a partir do 30º dia de vida, na dose de 2mg/kg/dia no primeiro ano, seguido por 1mg/kg/dia até dois anos de idade.
Ensine a criança a gostar de vegetais folhosos: Nas papas salgadas dos bebês, inclua vegetais folhosos pelo menos três vezes na semana. Assim eles aprendem a comer esses alimentos que são fontes de vitaminas e fibras.
Moderação com o sal: O sal é importante na alimentação infantil. É fonte de sódio, que é essencial para o organismo. Contudo, não exagere na dose, para não acostumar a criança com comida muito salgada.
Criança pode comer peixe ? Recomenda-se incluí-lo na dieta duas vezes por semana. O peixe é boa fonte de proteína e de fósforo. Prefira os que não tem espinhas, como o cação, linguado ou badejo.
Fontes de vitamina A devem ser incluídas no cardápio três vezes na semana. A abóbora e a cenoura são ricas em caroteno, que tem ação vitamina A no organismo. Assim, o seu uso constante é importante para o crescimento dos ossos e para a visão.
A papa salgada é para ser oferecida somente na colher. Não liquidificá-las, essa prática vai tornar a criança preguiçosa e confusa quanto à consistência dos alimentos.

foto arquivo da internet

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