ATIVIDADE FÍSICA X OBESIDADE INFANTIL

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Post da nutricionista Gi sobre a importância da atividade física, evitando a obesidade infantil.

Com a palavra, Gi:

 

A atividade física é desejável para o ser humano em todas as idades e deve ser estimulada. O lactente deve ter liberdade para se mover de acordo com o seu nível de desenvolvimento, a partir dos 6 meses já existem exercícios que estimulam o desenvolvimento; um cercado permite à criança observar o ambiente, brincar e se apoiar para ficar de pé; a partir dos 10 meses a criança deve ter espaço para engatinhar e depois começar a andar com apoio; na criança de 1-3 anos, a atividade física deve ser estimulada.

No pré-escolar de 4 a 7 anos são atividades indicadas: Andar, correr, pular, subir, nadar. Isso pode ser feito através de jogos que visam aperfeiçoar a coordenação motora.

Direcionar já para um esporte pode privar o desenvolvimento de certos grupos musculares. A atividade física desenvolve a força muscular, flexibilidade e resistência, aperfeiçoa a coordenação motora, estimula o metabolismo ósseo, aumenta a capacidade respiratória e cardíaca, melhora o humor e o apetite, mas previne principalmente a obesidade infantil, e a longo prazo, diminui o risco de hipertensão, diabetes e cardiopatia isquêmica (arteriosclerose).

Além disso, não há nenhuma contra-indicação para a atividade física mesmo na criança doente ou com problemas físicos. Basta adaptar à etapa do desenvolvimento e às condições de cada criança, evitando os exercícios de força e aqueles que levam à hipertrofia da massa muscular, pois os músculos enrijecidos opõe-se ao crescimento ósseo.
O esporte é importante na formação do caráter porque desenvolve a sociabilidade (função do conjunto), respeito às regras (limites), empenho (essencial para o sucesso) e o modo de lidar com a vitória e a derrota. Por outro lado, acarreta riscos de lesões físicas (luxação, fratura, rompimento de ligamentos, entorses), desidratação (pelo calor) e sobrecarga psicológica (conflito emocional).

É importante respeitar a maturidade biológica da criança e evitar sobrecarga nos exercícios. Cumpre advertir que nesta faixa etária existem grandes diferenças de maturação entre crianças da mesma idade. Por isso é preciso identificar o ritmo de crescimento e de maturidade pubertária não levando em conta apenas a idade cronológica (a idade óssea pode ser um dado de orientação).

Outro fator importante é o estímulo dos pais a essa prática, sem cobranças exageradas e um aporte nutricional adequado, para a criança ter todos os nutrientes necessários para sua saúde e para um bom desenvolvimento corporal.

 

Dra Giselle Biskier

Telefones: (19) 3881-2565/ (19) 992083817

Faceook pessoal: Gi Biskier
Facebbok da Empresa: SEM CULPA nutrição e saúde

 

 

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