Fomos conferir o espetáculo Annie, o musical

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Me lembro bem quando meus pais me levaram, ainda pequeno para ver um filme que muito me marcou: A história da pequena Annie, a pequena órfã (Little Orphan Annie).  A pequena ruivinha, sua cadelinha, Sandy e, claro o magnata político Daddy Warbucks ficaram em minha imaginação por anos.

Assim, fui com muita expectativa conferir musical, em cartaz no Teatro Santander.

© Joao Caldas Fº

Quer que eu escreva em poucas linhas sobre o espetáculo? Ok, Você verá uma produção de primeiro mundo, atores maravilhosos, direção e, obviamente, áreas de apoio como figurino, iluminação, som, impecáveis!  Assim, nem precisa ler o resto. vá assistir!

Ainda na dúvida/ Quem é esta tal de Annie que tantos falam?

 

Baseada na história em quadrinhos Little Orphan Annie (“Annie, a Pequena Órfã”), de Harold Gray,  considerado o primeiro cartunista americano a usar os quadrinhos para expressar uma filosofia política – publicada em jornais nos anos 1930, a tira logo evoluiu do melodrama para meditações filosóficas. a superprodução traz Ingrid Guimarães, Miguel Falabella, Sara Sarres, Cleto Baccic e grande elenco para temporada paulista.

O enredo gira em torno da pequena Annie, uma menina de 11 anos que vive em um orfanato comandado pela divertidíssima e desleixada senhora Hannigan, interpretada por Ingrid Guimarães (achei ela incrível mesmo!).

Após fugir do orfanato à procura de seus pais,  Annie encontra uma cadela amigável, Sandy,
Enquanto vão se conhecendo, Annie canta que dias melhores virão a partir de amanhã. É quando aparece o funcionário da carrocinha que quer pegar a cadela. Annie fala que a cachorra é sua e fica com o animal.

Foi quando, caminham por um bairro, onde vivem pessoas desabrigadas por causa da Depressão de 1929, (melhor ato musical, na minha opinião) um policial a encontra e a leva novamente para o orfanato onde acaba sendo escolhida para passar o Natal na mansão do milionário Oliver Warbucks, papel de Miguel Falabella.
Annie se aproxima do homem ranzinza e solitário, subvertendo seu cotidiano, fazendo-o aproximar-se dos valores da amizade, da compreensão e do amor.

O período que se passa a história? Durante o período da Grande Depressão nos Estados Unidos.
A primeira coisa que vem á cabeça deste período são de tempos sombrios, não é?

Mas não!  A peça é um alento de esperança, alto astral e otimismo nos fazendo sair do espetáculo encantados e com sorrisos, a mesma reação que via em todos ao meu redor.

Disse o diretor, ator e produtor do espetáculo, Falabella:

“Preparamos um espetáculo que vai encher nossa plateia de graciosidade, de esperança e de amor. Annie é daquelas histórias que encantam pela inocência da protagonista e nos fazem aprender. É um grande orgulho dirigir esta superprodução”

 

 

© Joao Caldas Fº

Já Ingrid Guimarães,  estrelando pela primeira vez um musical, em sua extensa carreira no teatro, na TV e no cinema disse:

“O papel de Miss Hannigan é uma paixão antiga. Conheço todos os filmes e muitas produções do musical mundo afora. Eu sou apaixonada por esta história que vai divertir toda a família”.

O espetáculo, fenômeno mundial, teve estréia na  Broadway em 1977 e venceu seis Tony Award, incluindo o de melhor musical e já reproduzido em mais de 40 países e, claro, para as telas dos cinemas, por três vezes, em 1999, 1982 e 2014.

No Brasil, “Annie, o Musical” tem 25 números musicais e envolve a participação direta de 210 profissionais.. sendo 21 (!) meninas que se revezam na pele das 7 garotas que habitam o orfanato da Sra. Hannigan.

Annie -_ a _ órfã

 

Acompanhe algumas da músicas que ao vivo arrepiam e muito! (as fotos que coloquei acima são todas de autoria de João Caldas).

 

 

 

 

 

E para você,  qual foi a sua favorita?
Ainda não viu o espetáculo? O que está esperando?

Vai na minha, o espetáculo é imperdível!!!

 

O espetáculo, apresentado no Brasil sob licença da Music Theatre International tem músicas de Charles Strouse, letras de Martin Charnin e libreto de Thomas Meehan. 

“Annie, o Musical”

Músicas de Charles Strouse

Letras de Martin Charnin

Libreto de Thomas Meehan

Versão Brasileira: Miguel Falabella

Diretor: Miguel Falabella

Diretor associado: Floriano Nogueira
Diretor Musical: Daniel Rocha
Coreógrafa: Kátia Barros
Cenógrafo: Matt Kinley
Figurinistas: Lígia Rocha e Marco Pacheco
Designer de Luz: Mike Robertson

Design de Som: Gabriel D’Angelo

Produção: Atelier de Cultura
Diretores de Produção: Cleto Baccic, Carlos Cavalcanti, Vinícius Munhoz

 

Serviço:

Local: Teatro Santander (Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi – São Paulo – dentro do Shopping J.K Iguatemi)

Horários: Quintas e Sextas às 21h – Sábados às 16:30h e às 21h – Domingos às 15h e às 19h

Ingressos: De R$ 75,00 a R$ 310,00

Duração: 2 horas e 40 minutos (com 15 minutos de intervalo)

Capacidade: 1.100 lugares

Classificação: Livre

 

Estacionamento terceirizado com manobrista

Vendas

www.ingressorapido.com.br (sujeito a taxa de conveniência), ou diretamente na bilheteria do Teatro Santander (horário de funcionamento

Domingo a Quinta: 12h às 20h ou até início do espetáculo. Sexta e sábado: 12h às 22h)

 

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